All the fear has left me now
I’m not frightened anymore
It’s my heart that pounds beneath my flesh
It’s my mouth that pushes out this breath
And if I shed a tear I won’t cage it
I won’t fear love
And if I feel a rage I won’t deny it
I won’t fear love
Companion to our demons
They will dance, and we will play
With chairs, candles, and cloth
Making darkness in the day
It will be easy to look in or out
Upstream or down without a thought
And if I shed a tear I won’t cage it
I won’t fear love
And if I feel a rage I won’t deny it
I won’t fear love
Peace in the struggle
To find peace
Comfort on the way
To comfort
And if I shed a tear I won’t cage it
I won’t fear love
And if I feel a rage I won’t deny it
I won’t fear love
I won’t fear love
I won’t fear love...
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Setembro é uma encarnação de um recomeço forçado ou uma incisão de corte profundo num sítio delicado. Setembro foi um mês carregado. Também de eventos. Há um primeiro esforço a solo de Thom Yorke (vocalista dos Radiohead) e também de Skye (antiga vocalista dos Morcheeba) e até Caetano Veloso lançou um novo álbum onde canta uma canção em sotaque Lusitano (sem comentários de momento).
Gosto muito de três canções de “The Eraser” de Thom Yorke.
Mas é um álbum experimental forçado e não tem a pureza conceptual de “Kid A”, com o qual é inevitável haver comparações.
É também inevitável comparar a estreia a solo de Skye, "Mind How You Go", com o som quase-perfeito dos Morcheeba.
As comparações com o passado são sempre cruéis. No mínimo, são pesadas. Ás vezes são injustas. É um bom começo a solo para uma das melhores vozes soul da actualidade mas tem altos e baixos (tanto nas melodias como nas letras – felizmente os baixos vão juntos) e por vezes há um piscar de olhos ao mercado. Mas há algumas pérolas neste álbum (na verdade são a maioria) como “Love show”, “No other”, “All the promises” e “Say amen”. É um álbum que vale a pena ouvir e a voz de Skye é reconfortante num mês de despedidas. Algumas destas canções são fortes candidatas a ficar na cabeça e isso inclui “The clock” de Thom Yorke.
Há sempre pérolas nos recomeços.
P.S. Estou a pensar em criar um podcast de música no blog. É um desafio interessante porque sempre gostei de criar coisas em que ninguém está interessad@ - é uma espécie de sina à qual se ganha gosto

"And the fire fades away
most of everyday
It's full of tired excuses
But it's too hard to say
I wish it was simple
But we give up easily
You're close enough to see that
You're the other side of the world
To me."
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