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Poema Virtual

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Se quiser alinhar, leia o poema em baixo e envie-me a sua contribuição tão pequena ou tão grande quanto desejar!
As contribuições recebidas irão sendo acrescentadas a este Poema Virtual ilimitado!!

Este poema teve início no ano 2000 e continua a crescer. Clique aqui para participar.

......

sulcar os espartilhos gerados nos sucos sugados passe-trecho-vestígio

na luz
no fim para recomeçar
na lucidez
nas gavetas
nos talheres de peixe
nas questões previstas
no futuro
na extinção das formigas
nas pal pit ações
nos grunhidos de véspera
na rede fixa
nas ar golas
nos pre-textos
nas vértebras certas
na agua da torneira
nos envelopes selados
nos mistura dores anídricos
na cozinha dinamarquesa
na assistência técnica
nas tostas integrais
no ponto de pérola
nos cabides inquestionados
nos copos públicos com abertura
na sopa com essência de carne
nas grandes coisas instituídas

(colaboração de sandra g.)

por menores dores seguidas de finalmente
em fins
as estrelas repartem atomos
compreensiveis ao ouvido
assim sim
percebe-se e ficamos feliz
assim é tudo
o comestível
o digerível
os agrados diários
escritos num conti-gente especial
e a loucura das mulheres aninhadas em nós
os grupos felizes
inté
li
gentes nas mãos
as figuras de stylo

(coloboração de inês)

o número
23567890775653456

(colaboração de Eduardo Pereira)

No nome no sexo nos corpos
E na realidade estrema e externa
Escreve-se tudo nas paredes
Pintadas sorrisos perdidos
Nas gavetas de quem os deixou
À deriva sem sentido sem palavra
Sem dó nem perdão nem amor acção
Dorme come e defeca
Ser sem razão
Ser não ser Ser ambição (sem)
E cai e deita e levanta
Enrola como um cão
Relaxa e toma uma vodka…
Não mordas
Não b liskes
Está kiéto
Pára! Eujádisseparaparares

EM VÃO

(colaboração de emiliana cruz)

e os parágrafos disfuncionantes
na loucura infinitesimal do INDIZÍVEL
sem mal dade/a
dada a mim
ati.
espaço funcionante
do partido paralisado
há-de
ser. espasmos contagiantes
dos astros astróides
dói dos
em "s"i ma
do alfa beto
sem neto nem nexo
aqui e acolá
lá lá "lado a lado"
no sangue li do
nas mãos
das mulheres e dos homens

(colaboração de João Diogo)

Em cena

Encarna o que não queres
Sentir.
Encara que não vais.
Fugir...

Aceito o que não sou
A custo.Consigo atingir
Tudo o que custa,tangível sensação
De quem não consegue...
Saber além daquilo que, de longe,
O oprime e restringe!

(Colaboração de Eugénio Branco)

o mundo, hoje, nasceu doirido
pelas cores da aspiral da carne

jantar de poeta invadido
de répteis voooooláteis

sexo-tangentes de lucidez
de lábios húmidos

NAAAAAAAAAAAAAOOOOOOOOOOOO

hoje não quero entrar em min iiiiiiiiiiiiinnnnnn

afinal acabei de trabalhar ás 4 e 20

se calhar já tarde para tudo....................


(Colaboração de Ivo Pedon (whiti) )

O Poeta
O Amor a Vida a esperança e Amizade.
Pois a vida de um poeta é sofrer, amar,
Um poeta sim é louco, pois a obsessão
pelo amor é loucura, o poeta tem que escrever
a sua poesia pois se não ele não é poeta,
o poeta tem que amar se não ele não e um poeta,
o mundo gira junto com o sentimento de um poeta.

(Colaboração de Orlanda Silva )

acrescenta-se a contagem decrescente
5
4
3
2
1
0
pum
bing bang
plofff
ploff
está ai alguém?
responda já
neste momento
agora
vá lá
não vê que eu preciso,
não vê que eu quero ver
que eu quero ouvir...
precisas ver e ouvir o quê? perguntas tu
Pois se as portas abrem-se e fecham-se
se as ilusôes vêm e vão ....
Nada tem fim,
tudo é início
e tudo não pode acabar,
porque no começo de tudo nada existe....

(Colaboração de josé jorge frade)

feito agora

aceito agora fazer o feito
virtude virtual
porque defeito desfeito

se aceito o feito fazer
a virtude-defeito virá
de novo agora se fará

o virtual de agora fazer
lazer ou virtude
de fazer para ficar feito
e não desfeito

sem preceito o conceito
far-se-á preconceito
e assim por agora e não já!


(Colaboração de P.S. Van Zeller)

O que falta

O que falta, meus senhores... (e eis chegado o momento
divino em que as palavras se assemelham a pedras no nosso caminho)
São as essenciais <...>. Morre e torna-te tal qual elas, terno como
a terra, intocável como sonhos de guipura vermelha!
(Colaboração de José Abreu)
Às vezes
Não sei
O que é que estou a fazer
Outras vezes
Não sei
Nem sequer quero saber
(Colaboração de Isaias Edson Sidney)
Por que paraticipar?

Message: não há por que participar
não há por que não participar
o que há é um mundo a girar lá fora
enquanto o poema em quietude
cresce aqui dentro
serpente a comer o sonho:
peguemos cada um o coração que anseia
e sigamos em busca do vento

(colaboração de Marina Lima de Andrade)

Eternos

Ás vezes podemos fechar os olhos e sentir que somos tão
fortes, tão iluminados e tão poderosos.. A despeito de toda nossa vontade,
de nossa árdua tarefa diária, tentando não ser, não estar...Nosso
universo interno nos inventa e nos recria a todo momento...Produto de luz, beleza e eternidade.

(Colaboração de Cristina Néry)

Danças danças soltas
no peito o chão entrelaça fogueiras acendem os pulsos escritos divinos lambem as paredes de cenarios doridos imagens-de- -canto em vincos
antigos escorrendo entre dentes ostensivas e vivas nas bordas o olhar
o sopro linha-fundo para respirar em manchas e manchas concentradas
em fundo fundo no fundo
esvazia.

(colaboração de maglotei)

Quando tudo se esvazia E as manchas concentradas Bem no fundo dos fundos continuam Há que parar e olhar Ver o que se pode encontrar E com a máxima concentração Tentar encher com a respiração O vazio que não tinha chão Andando de mão em mão Com a máxima energia Dançar ao som da fogueira E da melhor maneira

(colaboração de maglotei)

sons

ouvia aquele son na noite e sempre de madrugada parecia o lobisomem a chamar pela sua amada o som uivante do lobo arrepiava-me os cabelos despertava-me o desejo queria rever-me neles o som era angustiante mas também misterioso provocador apaixonado sexualmente raivoso...

(colaboração de Luís Natal Marques )

BASTA-ME

podera eu despir-me aqui perante vós que mesmo nu continuaria adornado desta minha condição humana: pedra e força bruta. porque as faces mesmo lisas não deixam de ser rudes, nem as arestas por mais perfeitas deixam de ser ríspidas. podera eu vir aqui fazer-vos a critica da convicção pura e falar-vos de tudo quanto sinto mas não digo. podera eu vir aqui expor-vos os argumentos das razões que não sei se tenho e de todas as opiniões que pari desde que me entendo. podera eu ser um homem sempre justo… que as outras imperfeições carregá-las-ia de bom grado no saco da minha consciência. podera eu dizer tudo isto e ser entendido, e não estaria aqui convosco. mas quis a fortuna que o Grande Arquitecto permitisse que, no prefácio da narração dos tempos, os homens nascessem brotando do chão. quis Ele que na Idade do Ouro o Sopro Criador se confundisse com as criaturas, que o Homem fosse o guardião das cores, o zelador de todos os ocres e pigmentos. quis Ele dar ao Homem a sede autentica mais a divina figura. também a ousadia, fundamento da Liberdade. quis ainda a sorte que Prometeu nos desse o lume divino, e que a caixa de Pandora, senhora de todos os dons, se abrisse entornando contratempos. desde então as ideias são como alaridos e esgrimas e as frases soam a desconfianças bastardas. rebuscamos no campanário das vozes e das prosas de Babel, a Palavra que um dia dará forma à doutrina do entendimento humano. catamos na multidão dos vocabulários, nos mistérios dos catecismos, no frágil talento dos nossos rudes critérios: o Sopro Divino, Grande Alento, brasas de Luz a partir do nada; a Harmonia das Esferas, caroço das perfeições possíveis; os pedaços, na miragem de chegar ao Todo colando as partes. dói olhar para um homem, vê-lo só a ele, e nem sequer todo... dói procurar nas Borras da Fundição, olhos que vejam como os nossos... dói encostar o ouvido ao búzio e não adivinhar o sabor do sal... dói tanto... mas no dia em que o céu se partir, as tábuas da mecânica do mundo hão de peregrinar. nesse dia estarei convosco para guardá-las. Basta-me!

(colaboração de Daniel Matos)

tufao
pelas raizes da floresta
assim
desenvolve a primavera
contra a carne
raio
de (s en) volvido à cegueira
corpo de seiva armazenada
sem margem
ramo amarrado das artérias
o exterior
que nao existe
ficçao de unidade
tudo vive
nos objectos particulares
o movimento
simples de um
braço irremexendo a paisagem
à construção elementar
,
t,a,p,e,ç,a,r,i, a
elementaridade. trémula.
trémula

(colaboração de Fernando Santos )

Na bilheteira do cinema de néon
o velho toca saxofone
na orelha da mulher morta.

Os suspiros estão suspensos
nos sapatos disparados pela alcatifa do hall de entrada
O mexicano friorento
tira a ultima bala do fundo da boca dela.

MÉXICO PELA TARDE

(colaboração de Rosa )

Rosa
Perfume
Alegria!

Cravo
Amor
Tristeza!

Não é possível fugir!!!
É impossível ignorar!!!

A vida corre ligeira.
O vento não transporta novidades...

Subir sempre mais alto,
Não ter medo da queda.

A folha seca escapa-se, voa e desaparece
Assim eu também tento esquecer!


(colaboração de Bruno )

o desgraçado burro comprido  comeu a urtiga. pobre esperança que cospe a lembrança sem silvo de saliva salubre nem salutar sal: a língua

(acrescentar mais aspectos considerados relevantes)

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